A Liga Operária repudia veementemente a ação da Polícia Militar do Rio de Janeiro, na porta da Refinaria Duque de Caxias – REDUC que, de forma arbitrária, agrediu e conduziu algemados dois petroleiros: o Secretário Geral do SINDIPETRO-Caxias, Marcello Bernardo e o membro da CIPA, Fernando Ramos, na manhã desse dia 15 de dezembro.
O Movimento Grevista, atende as definições dos petroleiros e ao chamado da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP, que convocou a categoria, representada pelos sindicatos filiados, para a deflagração de Greve Nacional Unificada por tempo indeterminado a partir do dia 15 de dezembro. Decisão essa tomada após a enrolação da direção da Petrobrás, referendada pelos trabalhadores em duas assembleias gerais nos dias 03 e 11 de dezembro.
Mais uma vez, a direção burocrática da Petrobrás, ao invés de atender as reivindicações dos petroleiros, manda a polícia militar genocida do RJ agredir e prender os manifestantes.
Os petroleiros realizavam um protesto dentro das normas legais, quando foram agredidos pela covarde ação da Polícia Militar em frente ao Portão 5 da REDUC.
Os dois manifestantes: o “Secretário Geral do Sindicato, Marcello Bernardo, e o membro titular da CIPA, Fernando Ramos”, foram agredidos, tiveram as suas roupas rasgadas e ainda foram algemados. Essa tem sido a resposta do velho Estado brasileiro contra os justos e legítimos protestos e lutas populares por todo o país, na cidade e no campo.
Nas zonas ruraials, por todo o país, grupos para-militares, que contam com a participação de policiaias e a impunidade da falsa “justiça” burguesa, perseguem e assassinam ativistas e dirigentes dos movimentos camponeses, quilombolas e indígenas em luta pela terra. Como está ocorrendo em Rondônia, na área Tiago Campin dos Santos em que a força repressiva do velho Estado, chefiada pelo comandante da Polícia Militar de Rondônia, encabeçada pelo seu Comandante Geral Coronel Régis Braguin, promove uma verdadeira “caça às bruxas”, principalmente contra Liga dos Camponeses Pobres – LCP.
A Liga Operária defende a necessidade do movimento sindical se unificar em torno da construção de uma Greve Geral de Resistência Nacional para resistir contra a fascistização do velho Estado burocrático brasileiro.
Os lutadores do povo, precisam, cada vez mais, atuar de forma organizada e decidida para derrubar essa política econômica, baseada em um capitalismo burocrático, que serve só para sangrar cada vez mais as nossas riquezas em benefício da grande burguesia, do latifúndio e do imperialismo, principalmente ianque (Estados Unidos).
Repudiamos a covarde ação da PM/RJ contra os petroleiros de Duque de Caxias e saudamos essa justa luta!
Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional!
Pela liberdade de organização e manifestação!
Liga Operária, São Paulo, 15 de dezembro de 2025.
Prisão arbitária de Sindicalista e cipeiro na REDUC- RJ

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